Democratização do crédito

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(Brasília-DF, 06/05/2019) Ministro da Economia, Paulo Guedes. Foto: Isac Nóbrega/PR

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse neste sábado, 4, em live com líderes varejistas, que o governo está fazendo o máximo para que os recursos de ajuda ao combate ao novo coronavírus cheguem logo na
ponta final, e disse que aprofunda os programas já anunciados. Conforme ele, se houver a liberação do depósito compulsório, o dinheiro empossará. A ideia é focar cada vez mais na manutenção dos empregos.
Ele disse que sua equipe consultou 109 associações para saber quais eram as demandas. “Juntos, seremos mais fortes, e vamos atravessar essa juntos. O governo está de mãos dadas com os senhores”, disse. Ele ressaltou que o presidente Jair Bolsonaro está preocupado em preservar vidas, a saúde e também os empregos dos brasileiros. “E quem dá essa oportunidade, quem organiza a produção são as empresas. O emprego e as empresas são indissociáveis. É uma luta comum”, afirmou.
O ministro comentou da importância e da dificuldade do povo brasileiro em se isolar, mas que é importante. “Somos um povo que gosta de abraçar, de beijar. Foi aniversário da minha mãe de 98 anos e não pude abraçá-la, cumprimentá-la. Mas sabemos que isso vai passar.”
Disse que, se por um lado é importante o País manter o isolamento social, é preciso também manter o “sangue flutuando”, fazendo com que o povo utilize os serviços digitais para que o Brasil não pare. “Se a encomenda de serviços parar… Não podemos deixar essa cadeia quebrar… O comércio é o maior gerador de empregos. Não podemos soltar as mãos”, afirmou.

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